domingo, 5 de fevereiro de 2012

CONTINUAÇÃO DA ASSESSORIA AS ESCOLAS.

Dando continuidade a uma série de visitas as escolas para assessoramento quanto ao trabalho das Salas de Recursos Multifuncionais com Atendimento Educacional Especializado,  no dia 04 de novembro de 2011 foi a vez da comunidade do Sitio Boa Vista, onde pais, alunos, professores e demais funcionários estiveram atentos aos slides e explanações realizadas pela Coordenadora Tatiane Araújo e pela Professora do AEE da Escola Pólo CERU de Laranjeiras do Abdias Graça Araújo e contamos com a participação da Professora do CERU Sueli (que foi a nossa fotografa) . Além das explanações, houve momentos de tira duvidas, de reflexão, de descontração,  e de dinâmicas onde os pais, alunos e funcionários puderam imaginar e na apresentação sentirem na pele o que passam as nossas crianças/alunos quando são excluídas e que muitas vezes o são diante de uma sociedade que ainda falta muito para mudanças e dentro destas mudanças incluir os nossos irmãos com necessidades educacionais especiais, em nossa sociedade falta humanização e estruturas arquitetônicas, estas muitas vezes impedem os especiais de se locomoverem e de serem aceitos na sociedade, mas enquanto educadores comprometidos que somos temos o dever e a obrigação de fazer cumprir a lei e dar direitos a aqueles que são especiais. Não podemos desistir nunca e nem fraquejar diante das pedras que muitas vezes encontramos, devemos fazer como a água contornar as pedras e seguir em frente. Juntos nós das Salas de Recursos Multifuncionais, Escola e Família da mãos dadas venceremos. Avantes heróis, batalhadores, guerreiros e vencedores. NÓS FAREMOS A DIFERENÇA.


 Coordenadora Tatiane iniciando os trabalhos desta tarde.

 Mães, Professores, funcionários e alunos dando suas opiniões.

 Coordenadora Tatiane Araújo tirando as duvidas.

 Professora da Sala de AEE do CERU,m Graça Araújo expondo as atividades realizadas em sala para os presentes.

 A troca de experiências e as sugestões são sempre bem aceitas.

 Pais, alunos e funcionários são orientados para a dinâmica.

 Momento participativo e reflexivo da dinâmica.

Todos tiveram a oportunidade de expor os sentimentos diante das deficiências. 

Após este momento com certeza haverá mais facilidade em aceitar e conviver com o outro.
FORMAÇÃO COM ESTUDOS DOS FASCÍCULOS DO MEC.

Estiveram reunidos no mês de outubro no salão de reuniões da Secretaria Municipal de Educação de São José de Mipibu os professores das cidades de São José de Mipibu e de Parnamirim, das Salas de Recursos Multifuncionais com Atendimento Educacional Especializado, sob a Coordenação de Tatiane Araújo, para darem continuidade aos estudos dos fascículos encaminhados pelo Ministério da Educação e Cultura - MEC. Este dia foi recheado com estudos, novas descobertas, orientações, mensagens, relaxamento, música, avaliação dos trabalhos realizados até o momento, o que conseguiu-se realizar, o que ainda está em andamento e o que precisamos melhorar e avançar, também ouvimos as palavras de incentivo da nossa Secretária Municipal de Educação de São José de Mipibu Claudia Barros que também foi ima das nossas Coordenadoras antes de assumir a Secretaria. Estes momentos nos enchem de energias e de vontade de seguir em frente na luta pela realização dos direitos de cada ser que tem alguma deficiência. Além de trazerem trocas de experiências entre as duas cidades e colaborar nos anseios e nas duvidas em relação ao fazer e ao buscar o caminho certo para a aprendizagem dos alunos especiais.


 Apresentação do que se fez, do que se está em andamento e do que  precisa ser feito 

 Continuação das apresentações.

Nossa coordenadora sempre atenta nas apresentações.


 Coordenadora orienta e tira duvidas.

 Momento da troca de experiências.

 Resposta dos questionários.

 Estudando.

 Aline em sua apresentação.

Tatiane lendo a reflexão do dia.

 E continua as apresentações.

 De ouvidos atentos.

 E já planejando o que irá nos dizer.

 Apresentou e posou.

 Vamos continuar na luta.

 Buscar sempre vencer .

 Todos atentos aos estudos.

 As respostas são marcadas com cores diferenciadas.

 Esta foi a 1ª a apresentar.

 E as discussões continuam.

 O que estamos fazendo.

 Em que precisamos avançar.

 Hora do lanche corporal.

 Momento de descontração.

 Todos atentos escutando a Secretária Claudia e a Coordenadora Tatiane.

Claudia e Tatiane apaixonadas pelo AEE.

 Relaxe, dance.
.
  Momento do alimento espiritual - sintonia com Deus.

 Tatiane dando as boas vindas e explicando como será este dia.

 Iniciando as atividades.

 Relaxando para aprender melhor.

 O relaxamento se faz necessário em nossa linda missão.

 Rir, animar faz parte deste grupo.

Descontrair e mostrar que a vida é bela, linda, maravilhosa, é o que todos nós buscamos em nossas salas de AEE.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

II Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas - a escola aprendendo com as diferenças
Rede Saci
31/01/2012

Inscrições até 16 de março de 2012

da Redação
O II Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola
aprendendo com as diferenças tem como objetivo os objetivos de promover, difundir e valorizar experiências escolares inovadoras e efetivas de inclusão escolar de estudantes com deficiência, com transtornos globais do desenvolvimento e com altas habilidades/superdotação, realizadas por gestores, educadores, professores e estudantes.
O prazo para as inscrições foi prorrogado para 16 de março de 2012, por tanto, inscreva a sua escola.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Privar os alunos com deficiência dos desafios?

O desafio é um recurso usado em qualquer boa proposta de ensino. E não há por que não aproveitá-lo com alunos que tenham necessidades educacionais especiais (NEE). Como ocorre com todas as crianças, esse procedimento ajuda a promover a aprendizagem. Quem tem na sala um estudante com algum tipo de deficiência geralmente conhece suas limitações, mas não tem claro o que, de fato, ele é capaz de fazer. Como descobrir isso? Flexibilizando as atividades e propondo situações de aprendizagem desafiadoras. Elabore as aulas pensando em como ele pode participar delas, sem tratá-lo como café com leite. Adapte as propostas para que ele seja protagonista e resolva-as individualmente ou em dupla. A flexibilização pode se dar em diferentes dimensões: tempo, espaço, recursos ou conteúdo. Diferencie os meios para garantir os mesmos direitos e deveres para todos. Observe os avanços de cada estudante e adapte seu planejamento. Lembre-se de que, independentemente de ter ou não NEE, um aluno nunca é igual ao outro. Sempre existe espaço para novos desafios. Em novaescola.org.br/extras, há mais informações sobre como flexibilzar as aulas.

Como passar informações de alunos com deficiência para a coordenação?

http://revistaescola.abril.com.br/heloisa-responde/
Faça um relatório com a adequação curricular e os objetivos do trabalho, de maneira a ajudar o professor do ano seguinte a planejar novos desafios de acordo com as possibilidades do estudante. Em uma ficha, relate suas habilidades, os atendimentos que recebe, as instituições que já frequentou, as ações que deram certo e as aprendizagens alcançadas. Inclua os registros dos cuidadores e dos profissionais do Atendimento Especializado (AEE). A ficha pode ser anexada ao protocolo de AEE.

A Vida com Logan é um trabalho original de Flavio Soares.



Na tirinha desta semana, Logan prepare-se para uma nova terapia ocupaiconal mas, pelo jeito, é o terapeuta quem vai se ocupar bastante..
Nos três quadros da tira Logan corre pra lá e pra cá. Ao fundo, uma conversa entre seu pai e Mi se desenrola:
- O Logan vai começar amanhã o atendimento com a nova terapeuta ocupacional?
- Isso.
- E você preparou ela pra enfrentar a ferinha ali?
- E perder toda a diversão da surpresa?
Nossa papai, o que mais você anda planejando?
fonte: http://www.inclusive.org.br/?p=21533

Novo Plano de Educação reacende polêmica sobre escola especial



A aprovação do relatório final do Plano Nacional de Educação, que define as estratégias do setor para a década entre 2011 e 2020, na Comissão Especial da Câmara dos Deputados gerou polêmica entre os educadores. Além do percentual do Produto Interno Bruto (PIB) destinado à Educação, que foi fixado em 8% (entidades de defesa pediam 10%), o documento aprovado no dia 5 de dezembro criou uma ressalva sobre a universalização do atendimento a alunos com deficiência. A meta número quatro diz que, caso não seja possível integrar esses estudantes em classes comuns, eles terão assegurado atendimento em escolas especiais.
A questão gera controvérsias: enquanto muitos educadores defendem a inclusão no ensino regular a todo custo, instituições especializadas acreditam que alguns alunos perdem tempo em salas comuns.
Referência no Brasil quando o assunto é a defesa do direito à educação, Maria Teresa Mantoan é grande crítica das escolas especiais. “Essas instituições excluem e não incluem. E, agora, o governo está propondo isso”, afirma, ressaltando que considera o fato um grande retrocesso. “Beira o coitadismo. É dizer que uma pessoa com deficiência não tem condições de aprender no ensino regular”, completa.
Professora há 50 anos, Maria Teresa começou sua carreira na área de educação especial. Foi depois de uma experiência como professora em Portugal que passou a considerar o ensino especializado uma forma de exclusão. Ela conta que começou a acreditar em uma escola acessível para todos quando conviveu um dia inteiro com um grupo de crianças que tinham um colega sem braços e sem pernas. De acordo com ela, o estudante conseguia participar de todas as atividades normalmente. Hoje militante pelas diferenças em ambiente de estudo, fundou o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade. “Uma sociedade justa, sem qualquer tipo de discriminação, começa na escola”, diz.
As reviravoltas governamentais sobre o tema, porém, têm interferido em sua luta. “Acreditei no governo Dilma sobre a questão da educação para todos”, afirma a professora, que foi homenageada pela presidente em março com a medalha da Ordem Nacional do Mérito. “É um momento muito decepcionante para mim. A escola regular deve trabalhar com a diferença e ter a capacidade de oferecer ensino de qualidade para qualquer tipo de aluno. Sem discriminação”, completa.
Segundo a legislação brasileira, não se pode negar ou suspender, sem justa causa, a matrícula escolar de nenhum aluno, especialmente quando o motivo é a deficiência. Além disso, a justa causa não pode ser o fato de a escola não se sentir preparada para receber o aluno com necessidades especiais. Essa conduta é tida como crime desde 1989, e a pena ao infrator pode variar de um a quatro anos de prisão, mais multa. “A proposta do Plano Nacional de Educação está indo contra a convenção internacional”, diz a educadora, referindo-se à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Constituição do País.
O relator do PNE, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), diz que a meta número quatro visa a universalizar o atendimento escolar aos estudantes com deficiência na rede regular de ensino. Mas, caso não seja possível integrar esse aluno, será garantido para ele um atendimento por parte de instituições voltadas para pessoas com deficiência.
“Isso é um crime na educação. A possibilidade de não integração do estudante com deficiência não deveria existir. A escola tem de ser inclusiva e se adaptar às necessidades dos alunos”, diz Maria Teresa, ressaltando que inclusão é mais do que ter rampas e banheiros adaptados. “Um bom projeto valoriza a cultura, a história e as experiências anteriores da pessoa. As práticas pedagógicas também precisam ser revistas”.
‘A educação especial complementa o ensino regular’, afirma psicopedagogo
Autor de livros como Práticas Pedagógicas para a Inclusão e Diversidade e Autismo e Inclusão, o psicopedagogo Eugênio Cunha levanta a bandeira de apoio à meta número quatro do PNE. De acordo com ele, a legislação fala sobre o apoio especializado para atender as peculiaridades da educação especial, quando for necessário. “A educação no ensino especial não exclui a educação no ensino regular. Evidentemente, as necessidades do aluno dirão se é mais adequado estudar em uma escola regular, em uma especial ou nas duas, mas sempre objetivando a inclusão”, explica.
Além disso, Cunha defende que o ideal é uma escola regular inclusiva, preparada física e pedagogicamente para receber qualquer tipo de aluno. Contudo, o educador afirma que o fato ainda é realidade distante no Brasil, principalmente em escolas públicas. Sendo assim, ele passa a questionar se é o aluno com necessidades especiais que deve sofrer as consequências de uma escola não inclusiva.
“Por exemplo, crianças autistas, na maioria das vezes, precisam de uma equipe multidisciplinar: terapeuta, fonoaudiólogo, psicopedagogo, nutricionista, dentre outros especialistas, além de metodologia específica, que nem sempre a escola regular possui, principalmente as públicas. O que sabemos é que boas escolas especiais fornecem todo esse cabedal educacional para o aluno com necessidades especiais”, conclui.
Dados do Censo Escolar 2010 mostram que existem mais de 500 mil estudantes com deficiência física ou mental nas escolas públicas do País. Porém, apenas 30% das escolas de ensino médio e 12% das instituições de séries iniciais estão preparadas fisicamente para receber esses alunos.
Para Maria Teresa Mantoan, a escola brasileira ainda não está preparada totalmente para uma educação inclusiva, mas se encaminha para isso. Ainda assim, não acredita que a resposta esteja em instituições especializadas. “Essa preparação não irá acontecer antes para que só depois as pessoas com deficiência tenham acesso a escola. Essa preparação é constante, e ocorre no dia a dia, quando uma instituição tem que se adaptar para receber um estudante”, diz.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5549342-EI8266,00-Novo+Plano+de+Educacao+reacende+polemica+sobre+escola+especial.html

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